Interregnos
4 Comments Published by Edson Arantes do Nascimento on Sunday, November 11, 2007 at 5:10 AM.
» Angola é, sem dúvida, uma grande terra e um grande paísDipanda*
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Norte & Sul
7 Comments Published by Edson Arantes do Nascimento on Monday, March 05, 2007 at 8:12 AM.

Esquecem-se "eles" que, tal qual as outras pessoas todas (lá está, as "pessoas", sempre elas), são mortais e vão morrer. Mais dia menos dia. Em vez de aproveitarem uma ocasião única - já são multimilionários, poderosos, empresários... e velhos - de ficar na história de um país (de um continente, do Mundo, até) potencialmente rico, mas que é perniciosamente pobre. Não.
Preferem ter medo até do chão que pisam, preferem não dar espaço ao debate e à cultura da informação pela informação, preferem agrilhoar os partidos políticos (e consta que são mais de 30, revelador de uma vontade de participação cívica dificilmente vista noutro qualquer país) num esquema de toma-lá-dinheiro-mas-não-façam-muito-barulho-senão-...
Curiosamente, na Tuga, mesmo dia, mesma hora. Um misto de saloios, provincianos e radicais de extrema-direita faziam as figuras que podemos constatar numa das imagens supra. Mas, pergunto eu, que devo ser burro: não há vergonha?
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4 de Fevereiro
Angola assinala hoje, dia 4 de Fevereiro, mais um aniversário sobre o início da Luta Armada de Libertação Nacional, que culminou com a proclamação da Independência do país, a 11 de Novembro de 1975. O feito de Fevereiro de 1961 "foi o produto da afirmação da consciência nacionalista e patriótica dos angolanos, contra a recusa, pelo regime colonial português, das propostas oficiais que lhe haviam sido apresentadas”. in Jornal de Angola

Chuva em Luanda, 22.01.2007
«Estas são algumas imagens dos efeitos das chuvas em Luanda, há uma semana.
Enquanto aqui morreram quase cem pessoas, milhares ficaram desalojadas, Luanda transformou-se numa ilha, pontes cairam, estradas foram engolidas, as comunicações ficaram (e continuam) intermitentes, crianças desapareceram, a cólera reaparece em força, etc, etc, etc, aí reinava a ignorância sobre o que por cá se passava.
É nestas alturas que um gajo reafirma aquela certeza que, para Portugal, Angola, este "país irmão", não passa de uma máquina de fazer dinheiro. O resto é pretalhada.»
